quinta-feira, março 26, 2009

WATCHMEN

WATCHMEN

No romance gráfico Watchmen de Alan Moore, transformado em filme por Zack Snyder, estamos em 1985, os EUA ganharam a Guerra do Vietnam; Nixon não renunciou em Watergate e pleiteia mais um mandato; e, finalmente, o mundo caminha inexoravelmente para uma hecatombe nuclear.
Neste cenário sombrio, emergem os Vigilantes, mascarados combatentes do crime. São seis os personagens: Rorschach, Dr. Manhattan, Ozymandias, Coruja Noturna, O Comediante e Espectral. A estória começa no momento em que os mascarados estão proibidos por lei de atuar. Todos, com exceção de Rorschach que continua aterrorizando os criminosos, se aposentaram ou vivem na clandestinidade.
De todos os personagens, Rorschach me parece o mais interessante. Assim como Batman, ele não possui superpoderes; tem distúrbios emocionais sérios; e é inflexível e cruel no combate ao crime. Filho de uma prostituta, ele resolveu entrar em ação após o assassinato de Kitty Genovese - episódio real ocorrido em 1964, emprestado à ficção - no qual uma mulher é estuprada e morta sob o testemunho de 38 pessoas que nada fizeram para ajudá-la. Rorschach, envergonhado com esta omissão das pessoas normais, lança-se no combate ao crime.
O Coruja Noturna é um pouco mais estável emocionalmente, porém há um fetiche relacionado à sua roupa que o torna impotente sem ela. No entanto, parece-me realmente motivado por um desejo sincero de ajudar as pessoas comuns.
O Comediante é extremamente sádico e cruel, com instinto assassino e relações sombrias com o Estado, ele lutou na Guerra do Vietnam e participou junto com Manhattan de um morticínio de inocentes e guerrilheiros.
Dr. Manhattan, uma alusão ao Projeto Manhattan, o único com superpoderes causados por um acidente nuclear, é um personagem melancólico, cada vez mais distante de sua condição humana, não compreendendo as emoções dos homens.
Espectral, namorada de Manhattan, é uma pessoa comum, com muitos atributos físicos e poucos matizes psicológicos.
Ozymandias, assim como Rorschach, também é um personagem bastante interessante. Considerado o homem mais inteligente do mundo e megalomaníaco, tendo como modelo Alexandre, O Grande, ele prevê que haverá uma guerra nuclear entre EUA e URSS que ocasionará um holocausto nuclear com a destruição da vida na Terra. A partir dessa previsão, nosso herói buscando salvar o planeta e impedir a guerra, bombardeia Nova Iorque matando milhões de pessoas inocentes, criando a ilusão de um ataque extraterrestre no romance gráfico. No filme é de outra ordem o ataque. Assim, cria Ozymandias, com a aparição de um inimigo alienígena, as nações inimigas serão forçadas a se unirem para combater o inimigo comum de toda humanidade.
Após o assassinato do Comediante no início do filme, Rorschach procura os antigos companheiros para alertá-los daquilo que crê seja uma conspiração para assassiná-los. Nessa busca, no qual termina por envolver o Coruja e Espectral, Rorschach acaba se deparando com o plano de Ozymandias.
Mais forte e poderoso que os demais, com exceção de Manhattan, Ozymandias procura convencê-los que esse meio para encontrar a paz será bem sucedido. Essa solução drástica utilizada para salvar o mundo, é facilmente compreendida por Dr. Manhattan, que fica satisfeito com a solução encontrada. Entretanto, Rorschach, um homem perturbado por seus problemas emocionais, não se deixa convencer por essa lógica fria e perversa e quer denunciar ao mundo a malignidade do plano de Ozymandias, que argumenta em sentido contrário, pois a denúncia poderia destruir o único benefício a justificar a morte de milhões de pessoas. Rorschach rejeita esse raciocínio utilitarista e parte para denunciar a verdade até ser morto por Dr. Manhattan.
Estaria certo Rorschach em denunciar Ozymandias? O assassinato de três milhões de pessoas pode ser justificado para salvar a vida no planeta? Seria certo causar tamanha dor e destruição para buscar um bem maior? São questões sérias trazidas pelo filme que merece ser visto.

Celso Gomes

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segunda-feira, março 23, 2009

ALGO A DIZER

Já está no ar a edição de MARÇO do jornal de Cultura e Política Algo a Dizer (www.algoadizer.com.br), com as seguintes matérias:

1) Entrevista com Paulo Vanzolini, realizada por Áurea Alves e Fernando Toledo: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=250;

2) Valter Pomar fala das recentes eleições em El Salvador: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=247;

3) O jornalista Mario Augusto denuncia a mídia hegemônica no caso dos boxeadores cubanos: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=236;

4) Aquiles Reis resenha " SagradoProfano", novo álbum que Felipe Radicetti: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=243;

5) Áurea Alves homenageia Carmem Miranda, no ano de seu centenário: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=231;

6) A coluna de Milton Coelho da Graça comentando o Brasil e o mundo: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=241;

7) Helena Chagas defende a TV Brasil: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=235;

8) Rangel Andrade faz a crítica da peça "Hospital da gente", pelo Grupo Clariô: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=244;

9) Armênio Guedes fala de reformismo e democracia no livro de Guiseppe Vacca "Por um novo reformismo": http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=230;

10) Marinilda Carvalho expõe as relações promíscuas entre os laboratórios farmaceuticos e os médicos pesquisadores nos EUA: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=240;

11) Celso Gomes avalia a montagem de "O estrangeiro", baseada no livro homônimo de Camus: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=249;

12) Leonardo Boff critica a arrogância do Ocidente em face da crise: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=237;

13) Douglas Naegele fala da questão do aborto do ponto de vista das religiões: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=233;

14) Admar Branco e a luta dos pais separados de seus filhos: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=229;

15) Luciano Cazz exalta as mulheres: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=238;

16) Heitor Cesar especula de uma greve de carnaval: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=234;

17) Com humor, Sérgio Antunes discorre sobre santo Sérgio: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=246;

18) A necessidade da gentileza, por Maria Balé: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=239;

19) A crônica de Mirizola - igreja, excomunhão e futebol: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=242;

20) Um poema inédito de Zeh Gustavo: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=248;

21) O conto "A cadeira", de Rodrigo Domit: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=245;

22) Ensaio de Cyana Leahy - filosofia e literatura: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=232.

Todo dia 20 do mês a página do Algo a Dizer é atualizada.
Boa leitura.

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terça-feira, março 10, 2009

INSTITUTO HENFIL - DIVULGAÇÃO

ATO DE FUNDAÇÃO


No próximo dia 12 de março de 2009 às 19 horas acontecerá o ato de fundação do Instituto Henfil, na sede da ABI no Rio de Janeiro. O Instituto Henfil terá como objetivo preservar a obra e a imagem do Henfil, organizando eventos culturais, além de apoiar e organizar projetos sociais, educacionais, ecológicos e de saúde, envolvendo assuntos como doação de sangue, hemofilia e AIDS.

Este é um projeto que, tento realizar ha muito tempo, e que finalmente se torna realidade. Como único filho do Henfil, venho batalhando para manter viva a memória do meu pai, apresentando sua obra às novas gerações e participando, através de seus desenhos, de campanhas, e atividades sociais. Com o Instituto Henfil espero poder cada vez mais contribuir, utilizando sua obra e sua imagem da maneira que ele sempre usou, além de poder preservar sua obra da maneira que ela merece.

O Conselho do Instituto Henfil será formado por amigos de Henfil, como Ziraldo, Zuenir Ventura, Sergio Cabral, Eduardo Suplicy, Paulo Betti, Mauricio Azedo, Aldir Blanc, Wagner Tiso, João Bosco, Tarik de Souza, Chico Caruso, Joffre Rodrigues, entre outros.
Convido a todos a participar do lançamento, onde será feita uma homenagem, nesse ano que ele teria completado 65 anos, além de uma pequena exposição com alguns de seus principais trabalhos.

“Morro mas meu desenho fica”
Henfil


Contatos e informações:
Ivan Cosenza de Souza
Tel.21-2229 4850 / 9872 3269
henfil@globo.com

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quarta-feira, março 04, 2009

A TABACARIA

A Tabacaria

Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.
Janelas do meu quarto,
Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),
Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,
Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,
Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,
Com a morte a pôr humidade nas paredes e cabelos brancos nos homens,
Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.
Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
E não tivesse mais irmandade com as coisas
Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua
A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada
De dentro da minha cabeça,
E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida.
Estou hoje perplexo como quem pensou e achou e esqueceu.
Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora,
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.
Falhei em tudo.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.
A aprendizagem que me deram,
Desci dela pela janela das traseiras da casa,
Fui até ao campo com grandes propósitos.
Mas lá encontrei só ervas e árvores,
E quando havia gente era igual à outra.
Saio da janela, sento-me numa cadeira.
Em que hei-de pensar?
Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?
Ser o que penso? Mas penso ser tanta coisa!
E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos!
Génio? Neste momento
Cem mil cérebros se concebem em sonho génios como eu,
E a história não marcará, quem sabe?, nem um,
Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras.
Não, não creio em mim.
Em todos os manicómios há doidos malucos com tantas certezas!
Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo?
Não, nem em mim…
Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo
Não estão nesta hora génios-para-si-mesmos sonhando?
Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas –
Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas -,
E quem sabe se realizáveis,
Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente?
O mundo é para quem nasce para o conquistar
E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão.
Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo,
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,
Ainda que não more nela;
Serei sempre o que não nasceu para isso;
Serei sempre só o que tinha qualidades;
Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta
E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira,
E ouviu a voz de Deus num poço tapado.
Crer em mim? Não, nem em nada.
Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente
O seu sol, a sua chuva, o vento que me acha o cabelo,
E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.
Escravos cardíacos das estrelas,
Conquistámos todo o mundo antes de nos levantar da cama;
Mas acordámos e ele é opaco,
Levantámo-nos e ele é alheio,
Saímos de casa e ele é a terra inteira,
Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido.
(Come chocolates, pequena;
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folhas de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)
Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei
A caligrafia rápida destes versos,
Pórtico partido para o Impossível.
Mas ao menos consagro a mim mesmo um desprezo sem lágrimas,
Nobre ao menos no gesto largo com que atiro
A roupa suja que sou, sem rol, pra o decurso das coisas,
E fico em casa sem camisa.
(Tu, que consolas, que não existes e por isso consolas,
Ou deusa grega, concebida como estátua que fosse viva,
Ou patrícia romana, impossivelmente nobre e nefasta,
Ou princesa de trovadores, gentilíssima e colorida,
Ou marquesa do século dezoito, decotada e longínqua,
Ou cocote célebre do tempo dos nossos pais,
Ou não sei quê moderno - não concebo bem o quê -,
Tudo isso, seja o que for, que sejas, se pode inspirar que inspire!
Meu coração é um balde despejado.
Como os que invocam espíritos invocam espíritos invoco
A mim mesmo e não encontro nada.
Chego à janela e vejo a rua com uma nitidez absoluta.
Vejo as lojas, vejo os passeios, vejo os carros que passam,
Vejo os entes vivos vestidos que se cruzam,
Vejo os cães que também existem,
E tudo isto me pesa como uma condenação ao degredo,
E tudo isto é estrangeiro, como tudo.)
Vivi, estudei, amei, e até cri,
E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.
Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira,
E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses
(Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso);
Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo
E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente.
Fiz de mim o que não soube,
E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me.
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi ao espelho,
Já tinha envelhecido.
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo
E vou escrever esta história para provar que sou sublime.
Essência musical dos meus versos inúteis,
Quem me dera encontrar-te como coisa que eu fizesse,
E não ficasse sempre defronte da Tabacaria de defronte,
Calcando aos pés a consciência de estar existindo,
Como um tapete em que um bêbado tropeça
Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada.
Mas o dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta.
Olhou-o com o desconforto da cabeça mal voltada
E com o desconforto da alma mal-entendendo.
Ele morrerá e eu morrerei.
Ele deixará a tabuleta, e eu deixarei versos.
A certa altura morrerá a tabuleta também, e os versos também.
Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta,
E a língua em que foram escritos os versos.
Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu.
Em outros satélites de outros sistemas qualquer coisa como gente
Continuará fazendo coisas como versos e vivendo por baixo de coisas como tabuletas,
Sempre uma coisa defronte da outra,
Sempre uma coisa tão inútil como a outra,
Sempre o impossível tão estúpido como o real,
Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície,
Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra.
Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?),
E a realidade plausível cai de repente em cima de mim.
Semiergo-me enérgico, convencido, humano,
E vou tencionar escrever estes versos em que digo o contrário.
Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los
E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos.
Sigo o fumo como uma rota própria,
E gozo, num momento sensitivo e competente,
A libertação de todas as especulações
E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto.
Depois deito-me para trás na cadeira
E continuo fumando.
Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando.
(Se eu casasse com a filha da minha lavadeira
Talvez fosse feliz.)

Visto isto, levanto-me da cadeira. Vou à janela.
O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das calças?).
Ah, conheço-o: é o Esteves sem metafísica.
(O dono da Tabacaria chegou à porta.)
Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me.
Acenou-me adeus gritei-lhe Adeus ó Esteves!, e o universo
Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o dono da Tabacaria sorriu


Álvaro de Campos

segunda-feira, março 02, 2009

Já está no ar a edição de FEVEREIRO do jornal de Cultura e Política Algo a Dizer (www.algoadizer.com.br), com as seguintes matérias:

1) Entrevista com o filósofo húngaro Steván Mészàros: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=211;

2) Aquiles comenta o CD "Cidade das noites" (independente): http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=214;

3) Gustavo Dumas fala com humor do choque de ordem no carnaval: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=220;

4) Flávio Loureiro fala sério do choque de ordem na festa popular carioca: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=224;

5) Milton Coelho da Graça comenta fatos do Brasil e do mundo: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=226;

6) Douglas defende um sioninsmo de matiz socialista: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=216;

7) Mário Augusto Jakobskind denuncia o governo Berlusconi no caso Battisti: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=217;

8) Celso Gomes analisa os aspectos jurídicos do caso Battisti: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=223;

9) José Carlos Oliveira fala de sua experiência em Nova Iorque sobre o tema da violência urbana: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=225;

10) Bruno Fagundes explica a importância do esporte para afastar o jovem do narcotráfico: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=221;

11) Maria Balé fala de eutanásia: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=218;

12) O texto bem-humorado de Cairbar: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=215;

13) As férias de Sérgio Antunes e o iPhone: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=228;

14) Mirisola desanca os nos 80: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=219;

15) A poesia de Antônio Miranda: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=213;

16) Um belo conto de Cyana Leary-Dios: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=222;

17) Viegas Fernandes da Costa analisa obras do escritor moçambicano Mia Couto: http://www.algoadizer.com.br/site/exibirEdicao.aspx?MATERIA=227.

Boa leitura.
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